Uma forma de medirregras urbanísticas dos 308 municípios
PDM e regulamentos municipais em vigor · novembro 2026

Cada câmara mede à sua maneira.

Os municípios decidem quanto, onde e como se constrói. O problema está noutro lado: a mesma palavra mede coisas diferentes de câmara para câmara, e às vezes dentro da mesma câmara. Um índice, uma altura, uma cave ou um lugar de estacionamento não querem dizer o mesmo em Faro e em Braga.

O mapa do problema

Onde o PDM e o regulamento municipal não batem certo

Abrir a ficha de um município

Ou clique no mapa. A ficha mostra os seis temas lado a lado, a relação com a lei nacional e os planos em vigor.

Onde mais temas divergem

Municípios com três ou mais dos seis temas comparados em divergência, e os primeiros com dois.

Onde a medição se parte

Quatro problemas, todos de medição

Escolha um problema para ver os dados por trás do número.

O que se propõe

Medir uma vez. Decidir em cada câmara.

Os municípios podem variar a política, não a linguagem. O edifício mede-se sempre da mesma maneira, a partir do modelo digital e com o mesmo quadro de medição do Código da Construção. Cada câmara diz que componentes contam, que valores, em que zonas e com que exceções.

Fica do DR 5/2019Os conceitos que funcionam

Índices de ocupação e de impermeabilização, área de implantação, cota de soleira e a obrigação de os planos usarem os mesmos conceitos.

Muda no DR 5/2019Onde a prática o contorna

Área de construção medida por componentes; três alturas sempre calculadas; pisos acima e abaixo da soleira; prazo para os planos antigos se adaptarem; âmbito alargado aos regulamentos municipais.

AcrescentaO que ninguém define

Estacionamento, dispensas e compensação com regra comum; regras municipais em dados, com fonte e forma de verificação; um só quadro de medição, partilhado com o Código da Construção.